Saiu
na UOL, em 15/05/2012 :
“De
acordo com números da União Internacional de Telecomunicações
(ITU, em inglês), o número de pessoas que acessam todos os tipos de
mídias sociais ultrapassou 1 bilhão. No entanto, só o Facebook,
com seus 900 milhões de usuários, responde por 90% desse número.”
E
aí eu pergunto.
Quem
consegue ficar sem Facebook?
É
estranha a dependência que temos dele. Postar fotos, frases,
constatações, reclamações, declarações, xingamentos, onde
estamos.
Chegamos
ao ponto de registrar onde estamos num aplicativo, pra todo mundo
ver, e ser um prato cheio para assaltantes, sequestradores e demais
criminosos.
Isso
quando falamos das nossas informações. E quando falamos do face
alheio?
Aquela
obsessão em fuçar a página das ex-qualquer coisa de seu atual,
talvez dos seus ex, daquela pessoa que está sempre na “crista da
onda” ou “por cima da carne seca”, pessoas que há muito tempo
você não vê, amigos distantes, amigos que se casaram, que se
separaram, inimigos. Fuçamos em tudo.
Se
fizéssemos uma estatística sobre o tempo que ficamos no Facebook,
talvez nos arrependeríamos de não estar lendo um bom livro, vendo
um bom filme, conversando com amigos, familiares, dormindo,
descansando ou qualquer outra coisa.
Mas
pra que? Se é tão bom estar conectado, não é?
É!
hoje em dia estamos sempre conectados. Os celulares nos possibilitam
isso. Que maravilha!
Ninguém
se imagina sem um serviço que há tempos atrás não existia.
É
a modernidade: entrevistas de emprego via Facebook. Encontros via
Facebook. Msn agora é no Facebook. Minhas fotos do Orkut migraram
para o Facebook.
Eu
me confesso viciada. E vocês? Este império da comunicação e
interação social terá um fim? Um substituto? O que acham?